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A minha vida cabe numa mala - mas não fecha

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Nürnberg

         Quando eu estava me preparando para fazer o meu intercâmbio na Alemanha, tive que separar um monte de coisa para trazer para cá. Fazer a mala para um ano não é nada fácil. E foi uma tarefa trabalhosa, mas não tão difícil. 
         Eu deixei um pedaço de mim aqui, com certeza. Deixei vários pedaços, a mocinha de 19 anos é uma mulher de 20. A pessoa que pegou o avião na ida não é a mesma no caminho de volta. "Nenhum homem pode banhar-se no mesmo rio duas vezes", não é mesmo? 
         Mas eu ganhei outro pedaço de mim, um bem grande. Sou quase uma boneca de pano toda costurada com todas as experiências que vivi, com amigos que construí, com tudo que estudei e com todos dias na faculdade tão estranha da que estou acostumada.
         Agora parece meio surreal para essa nova Eduarda empacotar tudo dentro de uma mala, porque
agora depois de um ano, um ano de tanta coisa de tanta batalha e de tantas alegrias, a mala não fecha
         Não fecha não porque eu tenho coisa demais, mas sim porque eu vivi coisa demais. Passei diversos momentos que só pareciam possíveis nos meus sonhos e tudo aconteceu, as coisas aconteceram na mais perfeita vontade de Deus. Não tem como empacotar tudo isso em alguns quilos ou até mesmo em muitos quilos. A parte mais importante está dentro de mim e isso ninguém consegue saber como realmente foi e nem tirar de mim. 
         Quando eu olho as malas e penso que tudo que eu tenho e vivi está ali dentro, depois percebo que o mundo é na verdade do tamanho de um vilarejo e eu nunca vou conseguir tudo que há em mim dentro de uma mala.


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Update - viel erlebt

      Ando sumida. Eu sei. É que tenho estado muito unterwegs, ou seja, quando não estou na faculdade, estudando; estou com amigos ou passeando por aí. Agora que o sol está aparecendo mais frequentemente, é muito mais agradável ficar do lado de fora. Tem dias que saio de casa achando que estou esquecendo algo porque estou sem o meu casaco de inverno. É sério.
           Fiz tanta coisas esse último mês que nem parece verdade. Fui duas vezes até a Suíça, fiz a minha primeira prova de corrida da vida, visitei o Parlamento Europeu em Strasbourg. E dentre estas coisas grandes, coisas pequenas do dia a dia têm acontecido e me deixado feliz também. Um café da tarde com amigas, estou muito mais segura no alemão, o sol, as aulas, os meus colegas. Talvez eu seja boba ou inocente, mas encontrar um conhecido no ônibus e ir papeando durante o caminho já é algo que me deixa feliz.
      Os dias de sol me lembram os dias de verão que peguei logo que cheguei aqui. E caramba, quanta coisa mudou, parece que tanta coisa aconteceu que nem eu sei direito. Quando cheguei aqui não conhecia ninguém, não tinha moradia e tinha muita vergonha de falar alemão. Nem parece a mesma pessoa que quarta-feira chegou na casa de uma amiga, tirou os sapatos, sentou e ficou conversando em alemão enquanto assistia o Bayern jogar contra o Atlético. Isso sem falar em pegar ônibus e sair por aí andando sozinha quase dez da noite, estou meio desacostumada com criminalidade como a nossa brasileira, espero não ser um choque tão feio quando eu chegar... É realmente mágica essa liberdade toda de ir e vir.
      E o alemão? Como anda essa língua tão complicada? Não é perfeito, claro. Mas vai muito bem, obrigada. Vira e mexe ganho um elogio, o que me deixa saltitante de feliz. Minhas amigas dizem que eu não preciso mais aprender que eu já aprendi alemão, mas eu sou muito exigente e a gente pode sempre melhorar.
      A verdade é que estou meio afastada de redes sociais no geral, estou focada em aproveitar o máximo o pouco tempo que me resta, passando o máximo de tempo possível com meus amigos e também buscando aprender/ absorver o máximo possível. Com o sol até quase 9 da noite, o que eu quero depois de um dia de estudos é ficar do lado de fora na beira do lago ou do Reno. O tempo está passando muito rápido e impressionante como Konstanz faz parte de mim, como eu vivi tanto tempo em uma cidade que não tem um lago como o Bodensee? 
      Outra coisa é que geralmente chego em casa muito cansada e a última coisa que vou pensar é em escrever para o blog. Semana passada fiz um passeio para uma cidade aqui perto, nisso o tour foi em alemão, eu falava com os colegas intercambistas em inglês, arranhava o francês com uma amiga minha francesa e no final do dia fomos no Street Food aqui da cidade onde a maioria das pessoas que eu conhecia eram espanhóis e eu adoro uma oportunidade de praticar minhas habilidades, então lá ia eu falar espanhol com eles. No final do dia, estava TÃO cansada que tudo que eu menos queria era falar.
      Paro e penso nas coisas que eu fiz, nas viagens, nas trocas de trem, no frio, na chuva, no desconhecido, na cultura totalmente diferente, na língua, nas provas da faculdade, nas matérias e, caramba... Eu fiz tanta coisa. "Viel erlebt", "muita coisa vivida" me disse um colega outro dia e é verdade. 

Diese Welt ist geil / O mundo é demais.

Sobre a minha amiga que nunca andou de avião

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      Uma das minhas amigas aqui na Alemanha vem de uma cidade super pequena, perto da Floresta Negra e um dia desses me contou que nunca andou de avião. Fiquei um tanto quanto chocada, admito. É um pouco estranho até pensar que eu, que viajei quase um dia inteiro para estar aqui, e ela sejamos tão amigas. 
      Há um tempo li essa frase desta imagem abaixo e na época pareceu um pouco tanto irreal. O que duas pessoas totalmente diferentes poderiam ter tanto em comum? E a resposta é mais simples do que imaginamos. E a troca é muito rica. É bom conviver com gente diferente, aprender outras coisas, viver uma cultura completamente diferente da nossa.
   
"Vire amigos de pessoas que não têm a sua idade, saia com pessoas que a primeira língua não é a mesma que a sua, conheça pessoas que não tem o mesmo nível social que você.  É assim que você vê o mundo, é assim que você cresce"

       Há algo um tanto quanto mágico viver uma cultura tão diferente da nossa. Acho engraçado que essa minha amiga me acha brava, corajosa e muito forte por ter viajado para tao longe. É interessante me ver com os olhos dela, porque eu definitivamente não consigo me enxergar da forma que ela me vê.
      E ela, por outro lado, uma menina de interior, que não viu uma realidade diferente da dela e que não sabe como é a vida do outro lado do mundo; me acolheu, abriu os braços, foi na minha casa, dividimos aulas, estudos, madrugadas e confidências.
      A verdade é que o novo assusta e o diferente mais ainda, mas existe algo tao peculiar nessa troca e tao rico que vale a pena se arriscar. Eu te juro.
      "Es wird dein Leben ändern wirklich" (vai mudar a sua vida sério).



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Diário de Escrita 02 – A Culpa da Página Não Escrita

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Um dia de Sol em Düsseldorf

            Oi, gente! Tudo bom? Esse é mais um post da série diário de escrita, o qual vou contar um pouco mais do processo de escrita do terceiro livro da saga Elfos Urbanos. Se você não leu o Diário de Escrita 01, clique aqui.
Bom, a escrita de um livro não é uma ação simples, rápida e sem complicações; é um processo maravilhoso de meus erros e acertos que levam a um resultado final. Esse processo todo que estou vivendo com o teceiro livro é um processo de voltar a escrever depois de um longo período parada e isso me trouxe diferentes vivências.
            Durante o mês de Fevereiro praticamente inteiro eu passei por um período de provas e final de semestre, o que em qualquer lugar do mundo significa correria, estresse e falta de tempo. Com toda essa fase turbulenta, inevitavelmente, estudei demais e escrevi de menos. Quero dizer, posso dizer que tentei durante as pausas do período de estudo sentar e escrever, mas eu estava tão cansada e já tinha estudado o dia todo que não conseguia escrever nada.
Então, a cada dia que passava eu escrevia menos do que queria e me chateava muito, mas o que eu podia fazer? Não poderia deixar de estudar para escrever. A faculdade é muito importante para mim, não importa em qual lugar do mundo. Não vivo de escrever, tenho uma vida além dos meus livros e, por mais que eu me esforce muito, existem momentos da vida que eue preciso aceitar que não terei tanto tempo e nem tanta disposição para escrever como eu queria.
Mas, caramba, é muito difícil aceitar que muitas vezes as coisas não acontecem como a gente tanto planeja e que também não suprimos as nossas próprias expectativas.
E é extramente difīcil aceitar isso.
Eu vira e mexe sinto a culpa da página não escrita, aquele pensamento que vem e me atormenta „deveria estar escrevendo agora“, „não importa que eu estou cansada“. Depois de tantos anos escrevendo, foi só esse ano que eu comecei a me livrar desta culpa. Se eu estou me esforçando por que devo me sentir mal? E eu não quero escrever qualquer coisa só porque preciso por algumas palavras no papel. Tem que ter qualidade.
Estou aprendendo a aceitar os meus limites. Eu quero escrever, mas hoje estou muito cansada e é só 200 palavras que eu consigo escrever. Tudo bem, é o suficiente, o meu esfoço por ter tentado já siginifca que não estou mais no mesmo lugar.
            Pode parecer simples quando eu conto assim o que acontece comigo, mas para mim é difícil não sentir a culpa por não estar escrevendo. Sinto que estou melhorando nesse quesito a cada dia, tudo bem eu não escrever como eu gostaria alguns dias, o importante é que eu me policie para tentar sempre que possível escrever. Uma hora as palavras vão criar vida no papel.


            E vocês? Também são vítimas constantes desse sentimento de „deveria estar fazendo alguma outra coisa agora“? Como lidam com isso? Me contem nos comentários!


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Pequenos Encontros e Desencontros - a vida em uma cidade pequena

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       Parece que ultimamente tudo tem acontecido com o intuito de me lembrar há quanto tempo eu estou aqui, assim como coisas que aconteceram logo que eu cheguei aqui. 
       Essa semana eu estava no ponto de ônibus com uma mala de rodinhas, a minha bolsa de mão, a bolsa do meu laptop e uma sacola. Não estava pesado, mas eu estava tão cheia de coisas que acabei deixando a sacola cair no chão. Nisso se aproximou uma senhora que também esperava o ônibus e perguntou se eu iria pegar a linha tal. Eu falei que sim, ela então me disse que quando chegasse o ônibus ela me ajudaria a entrar. 
       Eu fiquei super feliz com o gesto e com a ajuda dela. Olhei com mais atenção para o rosto dela e percebi que eu a conhecia. Ela havia sido a guia de um tour que fiz em Constança com a IBH Summer School da Universität Konstanz. Perguntei se ela era guia e ela falou que sim; contei que ela havia sido a guia de um tour que eu fiz em Agosto. Ela ficou surpresa com a coincidência e eu também. Viemos o caminho todo conversando. Ela me contou que trabalhava como guia há mais de 40 anos. 
       Foi interessante e inesperado nosso encontro e nossa conversa.
       Na minha antiga moradia, tinha um senhor que sempre ia caminhar com um labrador preto, vira e mexe me encontrava com ele quando eu estava indo e voltando de algum lugar. Primeiro fiz amizade com o cachorro, depois com o senhor. Descobri que ele já foi várias vezes para o Brasil, fala espanhol e em uma outra vez que encontrei ele no corredor conversamos muito sobre o sistema de ensino da Alemanha e sobre a vontade de aprender. Quem quer aprender de verdade? O que significa felicidade de um povo?
       Enfim, me pergunto se eu atraio pessoas que gostam de conversas profundas ou se sou eu mesmo que adoro divagações.
       Outro dia estava no ônibus e estava ao telefone, quando desliguei se aproximou de mim uma senhora e perguntou se eu estava falando espanhol, falei que não, que estava na verdade falando português. Ela riu, pediu desculpas, disse que estava aprendendo espanhol, mas ainda estava bem no início das aulas. Me contou que falava alemão, inglês, francês e russo. Entramos logo num papo sobre diferenças gramaticais e então ela teve que descer no ponto.
       Eu adoro jogar conversa fora com pessoas totalmente diferentes das quais eu sairia para bater um papo normalmente. É tão rico e tem tanta troca envolvida. É muito mágico concordar com alguém e descobrir que essa pessoa tem uma opinião igual a sua mesmo com uma historia de vida e cultura totalmente diferente.
       E talvez essa seja um pouco da graça do intercâmbio: a troca. Mas, quero dizer, não somente a troca de cultura, mas a troca de informações, dicas, de sorrisos de palavras, de aprendizados: a troca dos pequenos detalhes.



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Universität x Hochschule - qual é a diferença?


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O Ensino Superior Alemão

       Oii, gente! Tudo bem? Hoje vou tratar de um assunto que logo que eu cheguei aqui na Alemanha me trouxe muitas dúvidas. Sempre quando converso com alguém sobre que curso e onde estudo aqui preciso sempre esclarecer algumas coisas, porque aqui existem algumas diferenças no sistema de estudo.
        No Brasil, eu sou estudante de Direito; aqui na Alemanha estudo Direito Empresarial (Wirtschaftsrecht) na HTWG Konstanz (Universidade de Ciências Aplicadas de Constança) ou Fachhochschule (FH). Por outro lado, existe o curso de Direito ofertado na Universität Konstanz (Universidade de Constança). Quero abordar nesse post a diferença: Uni x FH e no próximo post da diferença do curso de Direito Empresarial e do Direito da Uni. O que acham?


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Um pouco da HTWG

Fachhochschule/ Hochschule 

       A Hochschule é uma instituição de ensino superior mais voltada para a prática, é a Universidade de Ciências Aplicadas. A HTWG tem os campos de estudo de Tecnologia, de Economia, Arquitetura e Engenharia. Na maioria dos cursos se escreve um trabalho de conclusão de curso, mas nem todos os cursos e nem todos os alunos tem que fazer uma defesa de tese no formato que temos no Brasil. O diploma aqui é equivalente ao Bachelor, ou seja, a nossa graduação; é possível fazer um Master   (mestrado) numa Hochschule.
          Na HTWG, todos os cursos têm um Praxissemester, um semestre de estágio obrigatório durante o curso; onde não se estuda, somente é feito o estágio o dia inteiro, o que eu acho super válido e importante. Os cursos aqui são mais práticos, temos pouca ênfase em pesquisa acadêmica. É bem menor que a Universidade de Constança, aqui as aulas não passam de 30 alunos na sala e temos aula em sala de aula normais, temos muito contato com os professores e muitas das minhas aulas são feitas em formato de debate. Todos os professores tiveram no mínimo 5 anos de prática na profissão.




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Vista de uma janela da Uni

Universität

        O diploma da Universität também é equivalente a nossa graduação, no entanto, o estudo é um pouco diferente; é mais teórico, abrangendo os fundamentos matemáticos e científicos das matérias. As áreas de direito, ciências sociais, ciências humanas, estudos culturais, ciências naturais, administração, economia e medicina são estudadas na Uni. É dito por aqui se você quer fazer um doutorado depois do mestrado, é melhor estudar na Uni, porque o ensino é voltado para a pesquisa - o que com certeza não impede a prática da profissão depois de formado.
         Na Universität o aluno tem muita liberdade na escolha das cadeiras e não tem o semestre de estágio. Acho que não todas, mas muitas das aulas, são lecionadas em auditórios com 100, até mesmo 200 alunos. O professor da Uni pode nunca ter exercido de fato a profissão na prática, pode ter somente sempre estudado e então se tornado professor.



         Bem diferente do nosso sistema de ensino superior, não? O que acharam? Qual lugar vocês acham que se encaixariam mais?
          Ué, Duda, mas como você estuda Direito numa Hochschule?! Gente, fiquem ligados que vou contar no próximo post!

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TAG - bloggers out and about

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     Oiii, gente! Tudo bem? Hoje vou responder uma TAG que vi no blog This German Life e no grupo do Facebook Bloggers Out and About. Indico para essa TAG a Karine Rosa do blog Isso não é um Diário  e a Rebeca Stiago do Verdade Escrita. Bom, vamos lá!

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Um dia em Meersburg

1. Onde você nasceu?

     Nasci em Curitiba, Paraná. Cidade linda, diga-se de passagem...

2. Onde você mora hoje?

     Moro em Konstanz/Constança, no estado de Baden-Württemberg na Alemanha. Uma cidadezinha linda na beira do Lago Bodensee. Moro a menos de um quilômetro da Suíça (mas ainda assim, moro na Alemanha!).

3. Qual foi o destino da sua última viagem?

     Fui na quinta-feira para Ravensburg, uma cidadezinha a 41 km de Konstanz com as minhas amigas da faculdade para comemorar o fim do semestre. Passamos o dia lá, visitamos uma fábrica de biscoitos (ou bolachas - depende de onde do Brasil você é) e passeamos no centrinho muito lindo que tem por lá. Mesmo com o frio, uma delícia!

4. Qual o destino da sua próxima viagem? 

     Irei essa semana para o norte da Alemanha: Dortmund! Estou de férias da faculdade e vou visitar minha família! Estou bem animada!

5. Qual foi a sua melhor viagem?

     Essa é uma pergunta difícil: o que eu mais amo na vida é viajar. As mini-viagens por aqui no final do ano com meus pais e meu tio foram muito especiais, mas a primeira vez que vim para Europa com os meus pais também foi sensacional e bem marcante. Não tem como decidir!

6. Qual foi o lugar mais bonito que você já visitou?

     Quando fui a Vaduz (Lichenstein) no final do ano, o passeio de carro pelas montanhas e até subindo por elas com certeza foi a vista mais linda que eu já vi em toda a minha vida.

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Uma humilde foto do meu celular do lugar mais lindo que eu já vi na vida

7. Qual lugar você quer muito visitar?

     Quero muito conhecer a Rússia, acho que já falei mil vezes aqui sobre a minha paixão por literatura russa então tenho muita curiosidade mesmo.


8. Qual lugar você não tem tanta vontade assim de conhecer?

     A Disney. Nunca me encantei, não sei porque. 

9. Onde você gostaria de estar agora?

     Gostaria de estar aqui. Na minha casa em Konstanz vivendo um dos momentos mais especiais da minha vida.
     E é isso.

10. Onde é o seu "lar", o lugar que você se sente mais feliz. E por quê?

     Como responder essa? O meu lar é ao lado de quem eu amo. Porém hoje em dia, o meu lar é aqui e estar aqui me faz extremamente feliz todos os dias. 

     E aí, pessoal? Gostaram das minhas respostas? Algumas coisa surpreendeu vocês?



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